“Eu sei que é daquele sorriso que minha alma precisava.
“No fundo, mesmo lendo tanto, pensando tanto e filosofando tanto, a gente gosta mesmo é de quem é simples e feliz. A gente não se apaixona por quem vive reclamando e amassando jornais contra a parede. A gente se apaixona por esses tipinhos banais que vivem rindo. E a gente se pergunta: que é que ele tem que brilha tanto? Que é que ele tem que quando chega ofusca todo o resto?
“Dá licença, medo? Minha felicidade quer passar.
“Porque amor, é justamente isso: É ficar inseguro. É ter aquele medo de perder a pessoa todo dia. É ter medo de se perder todo dia. É você se ver mergulhado, enredado… Em algo que você não tem mais controle.
“Eu quero você para sempre, para sempre e sempre. No bem, no mal e na feiura, nós vamos envelhecer juntos, e se lembre sempre. Na felicidade, ou tristeza ou o que for, nós ainda vamos nos amar, para sempre e sempre.
“É isso. Eu preciso de você. Preciso de você tanto, mas tanto, que até eu chego a me assustar com isso.
“You may not be her first, her last, or her only. She loved before she may love again. But if she loves you now, what else matters? She’s not perfect - you aren’t either, and the two of you may never be perfect together but if she can make you laugh, cause you to think twice, and admit to being human and making mistakes, hold onto her and give her the most you can. She may not be thinking about you every second of the day, but she will give you a part of her that she knows you can break - her heart. So don’t hurt her, don’t change her, don’t analyze and don’t expect more than she can give. Smile when she makes you happy, let her know when she makes you mad, and miss her when she’s not there.
“Sou esquecida, sempre fui assim. Nunca consegui acordar no meio da noite para tomar um remedio, nem tão pouco comer de três em três horas. Sempre deixei o máximo de tempo o celular sem carregar, nunca passei protetor solar certinho. Não como nada direito, começo uma dieta na segunda e termino na segundo a noite. Eu não sou de me cuidar. Mas tô sempre de unha feita, depilação em dia, sobrancelha alinhada, perfume bom, aparelho bem cuidado, cabelo meio que lavado. Coisas tão artificiais. Mas eu sempre estou, por dentro até que tento. Mas eu não sei me cuidar, nem mesmo amor próprio foi capaz de me fazer parar de ir ao hospital por dores, acusando minha postura errada. E dores no estomago, apontando a quantidade de besteira que como por dia. A verdade, é que eu não sei me cuidar, se não fosse a manicure, o dentista, o cabelereiro, eu não faria nada. Se não fosse minha mãe, eu não comeria, não me trataria. Mas o pior de tudo, é saber que por mais que eu seja desleixada, eu ainda quero cuidar de você.
“Eu não gosto de praia. Do mar e daquele sal pinicando no corpo. Mas eu gosto de ir lá pra te ver sentado na areia fazendo pose de pensador com um óculos maior que o seu rosto. Gosto quando entramos no mar e eu me apoio nas suas costas porque o meu pé não consegue mais encostar na areia; e quando deitamos na canga, olhamos pro céu e passamos horas e horas conversando. Gosto de seu instinto “protetor”, do jeito que sempre se preocupa e da forma histérica que sempre pergunta: “tá com sede?” “quer água?” “água de coco?” “açaí?”. Com você eu pularia da ponte mais alta e nadaria até o fundo do mar. E eu não estou filosofando, é a pura verdade. Até eu me espantando com a forma da qual você me traz extrema segurança e confiança. Se você me mandar pular eu pulo, até mesmo sem olhar onde estou caindo. Porque eu juro que não tenho medos quando estou com você. O meu único medo é te perder. É não sentir mais a sua mão quente apertando a minha nos dias frios, ou não poder mais escutar a sua risada escrota toda vez que eu contar uma piada sem graça. É não poder te ver descalço e te mandar calçar o chinelo porque o chão está sujo. O meu medo é não ser o suficiente, é pular e não te ver lá embaixo para me segurar. De alguma forma você colou todas as partes do meu coração e fez minhas feridas pararem de doer. Pela primeira vez eu encontrei uma pessoa que fosse meu remédio e não meu veneno.
“Eu prefiro olhar para trás e dizer: “Eu não posso acreditar que fiz isso.” Do que dizer “Eu gostaria de ter feito isso!